O mundo está no fim? Quando será? Como será?

Depois do terremoto e do tsunami, o Chile ainda precisa de ajuda

Era madrugada de 27 de fevereiro deste ano e José Américo de Oli­veira, gerente financeiro da ADRA – Agência Adventista de Desen­volvimento de Recursos Assisten­ciais, do Chile, estava dormindo com sua família, quando sentiu a cama tremer. Logo percebeu que se tratava de um terremoto. “Mora­mos em uma casa de dois andares e parecia que tudo ia desmoronar. A casa movia de um lado para ou­tro. Nós nos abraçamos e aguarda­mos embaixo do batente da porta até acabar o terremoto”. Passado o susto, permaneceram unidos no quarto escuro, sem água ou tele­fone. “Foi realmente assustador. Ligamos um celular e ouvimos as notícias dos desastres que tinham acontecido, principalmente no sul do país”.

O epicentro do abalo de 8,8 na es­cala Richter foi registrado a mais de 300 km de Santiago, capital do país, e resultou na morte de mais de 700 pessoas e 2 milhões de desabrigados.  José Américo, que mora em Santiago, conta sobre um líder religioso de Constitución, que naquela noite presenciou a chega­da do tsunami em uma ilha. “Ha­via uma festa na cidade e depois do terremoto muita gente correu para um lugar mais alto, mas os que estavam na ilha não tinham para onde ir. De longe, ouviam­-se gritos e lanternas movendo-se para todos os lados. De repente, uma nuvem negra passou. Era o tsunami e não se escutou mais nada. Havia mais de 200 pessoas no local, mas só três se salvaram, pois conseguiram subir nas árvo­res de eucalipto”, conta.

São muitas as histórias e ele desta­ca ainda a de uma mulher que es­tava nos escombros de um prédio que tinha desabado e não sabia como sair. “Então ela viu um me­nino que lhe mostrou como sair, mas ela não o conhecia e não o viu mais. Mesmo não sendo cristã, disse que foi um anjo que Deus enviou para salvá-la”.

A ADRA foi rápida para socorrer os sobreviventes com alimentos, cobertores, roupas, geradores de energia, entre outros itens. Atual­mente, José Américo conta que um dos projetos que está sendo realizado é a construção de pe­quenas casas de madeira, para quem perdeu tudo, doadas pelos Estados Unidos, Alemanha e Ja­pão.

Assim analisa José Américo: “Penso que os acontecimentos no mundo, não só no Chile ou com as chuvas no Brasil, são sinais cada vez mais claros da volta de Jesus. Como o homem não tem noção de tudo o que está sucedendo, temos que alertar quem está pró­ximo para que não perca a oportu­nidade da salvação”.

Fonte: www.profeciaparahoje.com.br

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