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	<title>O Fim do Mundo - 2012 &#187; catástrofes</title>
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	<description>O mundo está no fim? Quando será? Como será?</description>
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		<title>Vídeo O Fim do Mundo</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 19:51:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fim do Mundo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Produzido e veiculado com autorização de André Reis]]></description>
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Produzido e veiculado com autorização de André Reis</p>
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		<title>Espectador das tragédias?</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 16:57:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fim do Mundo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Como Será o Fim do Mundo?]]></category>
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		<description><![CDATA[É assustador o que o que a chuva está fazendo no Rio de Janeiro, especialmente em Niterói. Dias atrás o problema era aqui em São Paulo. Antes foi Santa Catarina. E, assim vamos, de tragédia em tragédia. Com o risco da conformidade e insensibilidade diante de calamidades e atrocidades. No meu momento com Deus, nessa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.ofimdomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/04/tragedia_rio.png"><img class="alignleft size-full wp-image-354" title="tragedia_rio" src="http://www.ofimdomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/04/tragedia_rio.png" alt="" width="200" height="120" /></a>É assustador o que o que a chuva está fazendo no Rio de Janeiro, especialmente em Niterói. Dias atrás o problema era aqui em São Paulo. Antes foi Santa Catarina. E, assim vamos, de tragédia em tragédia. Com o risco da conformidade e insensibilidade diante de calamidades e atrocidades.</p>
<p>No meu momento com Deus, nessa madrugada, li um texto onde grifei algumas citações da escritora norte-americana, Ellen White. Ela aborda com propriedade assuntos escatológicos. Apesar de ter vivido no século 19, suas milhares de páginas, traduzidas em praticamente todos os idiomas do planeta, expõem com impressionante clareza profética o quadro dos tempos em que vivemos.</p>
<p>Referindo-se a retirada do Espírito Santo da Terra, próximo ao fim, ela cita o aumento das tragédias naturais e o desequilíbrio social. Esses sinais seriam mais freqüentes e intensos (Lucas 21:28). “O refreador Espírito de Deus está agora mesmo sendo retirado do mundo. Furacões, tormentas, tempestades, incêndios, inundações, desastres em terra e mar, seguem-se um ao outro em rápida seqüência… Os homens não discernem as sentinelas angélicas que retêm os quatro ventos para que não soprem sem que os filhos de Deus estejam selados, mas quando Deus mandar que Seus anjos soltem os ventos, haverá uma tal cena de luta que pena nenhuma poderá descrever” (Testemunhos para a Igreja, vol. 6, p. 408).</p>
<p>No clássico “O Grande Conflito”, página 613, a mesma autora revela que “Satanás mergulhará então os habitantes da Terra em uma grande angústia final. Ao cessarem os anjos de Deus de conter os ventos impetuosos das paixões humanas, ficarão às soltas todos os elementos de contenda. O mundo inteiro se envolverá em ruína mais terrível do que a que sobreveio a Jerusalém na antiguidade”.</p>
<p>Por último, no “Beneficência Social”, páginas 135 e 136, White declara: “Aproxima-se o tempo em que grandes cidades serão varridas, e todos devem ser advertidos desses juízos por vir. Mas quem está dando para a realização desta obra o integral serviço que Deus requer? … Atualmente nem uma milésima parte do trabalho a ser feito nas cidades o está sendo, e isso seria feito se homens e mulheres cumprissem o seu inteiro dever.”</p>
<p>Vivemos em um tempo singular na história da humanidade. As profecias cumprem-se diante de nossos olhos. A indiferença e a descrença estão por toda parte, inclusive dentro das igrejas. Os alarmistas de plantão, no outro extremo, também. Tudo isso resultado, entre outras coisas, da falta diária de comunhão com Deus e estudo diligente da Bíblia. Enquanto isso, vidas preciosas morrem vítimas da violência, das tragédias e do descaso. E, talvez, sem esperança.</p>
<p>Enquanto tudo isso acontece ao meu redor, o que tenho feito? O que poderia fazer com mais determinação e eficácia? Não posso ser um mero e negligente espectador diante das cenas finais da história humana. Tenho pedido para que Deus me faça entender e aproveitar todas as oportunidades para ser um instrumento de esperança em meio ao caos.</p>
<p><em>Amilton Menezes</em></p>
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		<title>Destruições naturais ou provocadas?</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 12:40:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fim do Mundo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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		<description><![CDATA[A ocorrência de diversas situações de desequilíbrio climático, em média e grandes proporções, em diferentes pontos do globo tem preocupado as autoridades. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.ofimdomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/01/terremoto.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-230" title="terremoto-fim do mundo" src="http://www.ofimdomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/01/terremoto.jpg" alt="terremoto-fim do mundo" width="499" height="375" /></a>A crise ambiental está na pauta mundial nos últimos anos. Não apenas por causa do propagado aquecimento global que seria ou será, dependendo da ótica científica, fator de destruição gradativa e progressiva do planeta em que vivemos. Mas a ocorrência de diversas situações de desequilíbrio climático, em média e grandes proporções, em diferentes pontos do globo tem preocupado as autoridades. No final de ano, grandes nevascas assolaram os países localizados no Hemisfério Norte como os Estados Unidos, Canadá e várias nações europeias, enquanto no Brasil, por exemplo, as chuvas intensas são responsáveis por destruições permanentes. Tenho lido que especialistas em meteorologia concordam que tem chovido, além do normal, em vários estados brasileiros, e os resultados são vistos: enchentes em São Paulo, Minas Gerais, fortes ventanias em Santa Catarina e Rio Grande do Sul e agora deslizamentos graves no Rio de Janeiro. O saldo tem sido o de vários mortos, muitos feridos e um grande número de pessoas desabrigadas ou desalojadas. Em 2009, foram registrados 245 desastres naturais, abaixo da cifra mais alta da década, de 434 ocorrências em 2005, conforme informou a Estratégia Internacional para a Redução de Desastres da Organização das Nações Unidas. Dos 245 desastres, 224 estavam relacionados com o clima e causaram cerca de 7.000 das 8.900 mortes, segundo dados preliminares.</p>
<p>Mas qual a relação desse panorama desanimador e a vida de um cristão? Os cristãos têm compromisso com a preservação deste planeta de alguma maneira e poderiam estar sendo, também, omissos nesse papel? Estima-se que, na capital paulista, pelo menos 70% dos alagamentos aconteça por entupimento de bueiros com lixo. O mesmo deve ocorrer em outras cidades.</p>
<p>Curioso é perceber o direcionamento bíblico para o conceito de que o ser humano é responsável pela administração do que foi criado por Deus. Inclusive por seu próprio organismo. Comecemos pelo período imediatamente após o ato criador. Após criar o homem, é dito que Deus, no versículo 28 do primeiro capítulo de Gênesis, deu a seguinte recomendação a Adão e Eva: <em>“&#8230;dominai sobre os peixes do mar, sobre todas as aves dos céus e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra”</em> (Almeida, Edição Contemporânea). A palavra dominar indica um controle e um gerenciamento em relação à natureza. E gerenciar implica não destruir, nem esgotar os recursos naturais disponíveis e muito menos retirar sem repor. É, em última instância, a tarefa de cuidar. Semelhante orientação foi dada, após a ocorrência do Dilúvio bíblico, para Noé e sua família. No capítulo 9 de Gênesis, há a afirmação de que tudo o que foi criado seria entregue em suas mãos.</p>
<p>Em outros trechos, sobretudo no Antigo Testamento, quando há uma explícita apresentação de normas e recomendações úteis ao povo de Israel em sua trajetória rumo às terras de Canaã, é possível reconhecer a preocupação divina com o meio ambiente. São menções quanto ao descanso da terra (Levítico 25), às queimadas (Êxodo 22:6), à proteção geral de animais (Êxodo 21:33,34), ao cuidado com árvores frutíferas em determinadas situações (Deuteronômio 20:19,20) e mesmo assinalada repreensão contra a crueldade praticada contra animais (Provérbios 12:10).</p>
<p>A base de todo esse cuidado de Deus com respeito à natureza parece estar em Salmos 24:1. Diz a versão bíblica que <em>“Do Senhor é a terra e a sua plenitude, o mundo e todos os que nele habitam” </em>(Almeida, Edição Contemporânea). O princípio é o mesmo que observado com referência ao cuidado com o corpo, a mente, com os recursos financeiros e com o tempo. Deus é o legítimo proprietário de tudo, portanto deu a oportunidade ao ser humano de fazer a administração de tudo o que há. A boa administração, logicamente, resulta em bons resultados e, o contrário, da mesma forma.</p>
<p>Parece que, independente do que as pesquisas têm demonstrado, a administração dos recursos naturais tem se mostrado, de modo geral, a pior possível. O lixo produzido por uma vida absurdamente consumista e descartável da maioria das pessoas não encontra mais vazão e polui todos os mananciais de água possíveis, inclusive os mais profundos. A emissão de gases poluentes é uma realidade em uma sociedade na qual os indivíduos consomem, cada vez mais, máquinas movidas a fontes combustíveis. A falta de reposição equilibrada do que é velozmente sugado da terra (árvores, água, nutrientes, etc) se transformou em um hábito irresponsável em grandes dimensões.</p>
<p>Há movimentos para redução disso, mas são ínfimas as mudanças significativas. Mesmo assim, os cristãos, de acordo com a Bíblia, não têm o direito de cruzar os braços diante disso. Pode haver a impressão de que, por estarem com foco em uma nova terra, de vida eterna e erradicação completa do pecado e suas consequências, os cristãos estariam livres de cuidar do meio ambiente. Tal pensamento não se coaduna com a Bíblia, já que o pedido de Deus é que, enquanto habitam a terra, os humanos convivam da maneira mais ambientalmente harmoniosa com os demais seres. No livro de Apocalipse, no trecho que apresenta as características do período descrito como sétima trombeta, e que muitos estudiosos creem ser o tempo final e o imediato retorno de Cristo a este mundo, uma advertência solene chama a atenção. No capítulo 11 e versículo 18 é dito que <em>“iraram-se as nações, então veio a tua ira, e o tempo de serem julgados os mortos, e o tempo de dares recompensa aos profetas, teus servos, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos, e a grandes, <span style="text-decoration: underline;">e o tempo de destruíres os que destroem a terra</span>”. </em>(Almeida, Edição Contemporânea). Os que perseguem os verdadeiros adoradores de Deus e, por conseguinte, deram sua enorme parcela de contribuição para a destruição do mundo natural, receberão a retribuição final ao que buscaram.</p>
<p>A Bíblia não se omite em relação ao meio ambiente. Pelo contrário, declara que os que se consideram cristãos possuem uma responsabilidade ainda hoje no planeta em que habitam. É verdade que aspiram a uma terra eterna, sem desmatamentos, poluição, consumismo desequilibrado e desordem do ecossistema, mas sem se esquecer da realidade em que vivem.</p>
<p> </p>
<p><strong>Felipe Lemos</strong></p>
<p><strong>Jornalista, mantenedor do blog <a href="http://www.felipelemos.com/">www.felipelemos.com</a></strong></p>
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